2ª ATIVIDADE DO CONCURSO JOVEM REPÓRTER





HORA H     ******  Franca - 14 de junho de 2018

PARALIZAÇÃO DOS CAMINHONEIROS E CRISE DO ABASTECIMENTO MUDA O RUMO DA HISTÓRIA.


A opinião dos comerciantes de Franca: a crise deve ser resolvida para o bem geral.

  Num giro pelo bairro, os jovens repórteres entrevistaram comerciantes. O 1° entrevistado foi Maria de Lourdes, dona da papelaria Krepom situada no quarteirão da escola Angelo Sacarbucci. Ela desabafou dizendo que o retrato da paralização impede a entrega de seus produtos e a afetou pela falta de combustível no mercado. Maria de Lourdes diz que é a favor da paralisação mas não sabe como reagir a crise.
  Ao contrário da comerciante Maria de Lourdes, Dona Vitória acha que é preciso cassar o mandato do Presidente Temer, pois acredita que ele está derrubando o país. Já Valdete, dona da farmácia Global que está localizada no mesmo quarteirão reclamou da falta de medicamentos no ambiente que trabalha. Diz ainda que a paralização também afeta o comércio e a economia do Brasil.
   Mas Mara, funcionária da loja de presentes situada na avenida Eliza Verzola Gosuem reclamou dos preços do setor da saúde, disse que teve de cancelar seu plano por ter ficado caro demais para seu padrão de vida. Afirmou ainda da necessidade de economizar já que não pode fazer o que fazia antes. Informou que há estabelecimentos de comércio sem sacolinha e outros produtos, entre eles o gás de cozinha.
29511405_353056728544911_5766897299898069274_n.jpg           Já Milene, a vice-diretora da escola Ângelo Scarabucci, disse que a paralisação e a consequente crise afetou o trabalho e a locomoção sua e de seu marido que é extrator de minérios e depende dos meios de transporte para fazer esse produto chegar até seus consumidores.







texto coletivo
por Mario Augusto, Davi Albano, Iago Pereira e Luís Gustavo


Eleições 2018 e os ideais políticos em tempos de crise
30134527752133-t1200x480.jpg
A reforma trabalhista de 2017: mudança na consolidação das leis de trabalho.


A crise do abastecimento mudou o rumo da história recente do Brasil. Apesar de não amenizar muito, a situação dos caminhoneiros e a paralização ajudou a abrir um pouco mais os olhos da população sobre a questão política. A maioria da população agora percebe que, com vontade, pode parar o Brasil para que mudanças venham a acontecer. A paralização definitivamente desmascarou os políticos mostrando quem está no pode. O governo cortou alguns direitos da população, mas, novamente, a mesma pode parar o Brasil para reivindicar seus direitos. Um exemplo disso foi a reforma trabalhista, que o governo federal editou numa medida provisória para fazer ajustes na nova legislação.

*
Por Mario Augusto, jovem repórter


Copa e eleição em 2018
charge-1402421875_19848.jpg
Euforia mascarando a consciência do povo brasileiro.

O grande evento mundial dos esportes conhecido como copa do mundo, que ocorrera na Rússia, traz grande euforia depois do momento de paralização que afetou a economia brasileira atual.
A copa acontecerá normalmente durante a recuperação do país que tenta reabastecer os índices de venda no comércio. Outro desafio em tempos de copa do mundo é o do governo de baixar a inflação e o reabastecimento das agencias de saúde bem como farmácias e hospitais.
Com disse Nelson Rodrigues, o Brasil é a pátria de chuteiras, poderemos ver de perto a nação se ajoelhar em comemoração ao possível hexacampeonato ou cair de joelhos nas filas dos hospit6ais sem tratamento rezando por dias melhores.  De um lado o carnaval verde amarelo da copa e do outro o filme em preto e branco da consciência política em tempos de eleição.
*
Por Davi Albano, jovem repórter
Caos na saúde
images.jpg
Paralisação dos caminhoneiros faz com que remédios sumam das farmácias brasileiras.

Segundo o ministério da saúde, por causa da paralisação dos caminhoneiros, cerca de 30% dos remédios estão com seus estoques zerados. Além de remédios custeados pela secretaria da saúde, as farmácias de alto custo contam com outros 89 remédios que são repassados pelo governo federal e a secretaria da saúde informou que todos os hospitais estão também com falta de oxigênio hospitalar e remédios.
Essa situação vai demorar em se resolver, pois o governo está se preocupando em dividir os gastos entre educação, segurança e saúde. Acrescentando a isso, há políticos que desviam dinheiro público da saúde para si mesmo alargando a crise instalada no setor. Porém os medicamentos estão começando a voltar para as farmácias e, assim, resolvendo um pouco os problemas do Governo Federal causados pela paralização.


Por Iago Pereira, jovem repórter

GREVE: PARAR OU NÃO PARAR, EIS A QUESTÃO!
fcpzzbabr2405182826.jpg
Ser do contra ou ajudar outros a exigir seus direitos? Minérios, gasolina, arroz e feijão... Que país nós queremos para o futuro.

Com a paralização, as mineradoras e exportadoras levam um prejuízo de 2,5 milhões desde 1º de agosto deste ano. Nesse cenário, o Brasil está fora do comércio de mineração internacional e da exportação do minério encontrado em solo brasileiro. 
Com a queda, algumas lojas terão prejuízo com utensílios domésticos e acessórios como panela de preção, colares de metal e pedras preciosas incrustadas dentre outros artigos muito utilizados pela população brasileira, desde a elite até os menos favorecidos economicamente passando pela classe média.
Com a repentina escassez de materiais dificultando o trabalho das metalurgias e siderúrgicas, as mineradoras levam também grande prejuízo com a falta de combustível para suas máquinas de perfuração que movem tanto o capital nacional quanto o capital internacional.  

  
Por Luís Gustavo , jovem repórter 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DIÁLOGO PERTINENTE, NO CURSO 'CAMINHOS DA ESCRITA'

foi é ou será o dia da mulher?