DESAFIO DE LEITORES - etapa "José J. Veiga A MÁQUINA EXTRAVIADA"
Nessa etapa do nosso DESAFIO DE LEITORES, um aluno indica outro para dar sequencia ao desafio até que todos da classe tenham lido e comentado sua aventura em descobrir novas histórias e novos autores. Mediados uns pelos outros e orientados pelo professor do Ângelo Scarabucci, vence o desafio quem for autônomo, competente e solidário uma vez que a colaboração ajuda o próximo avançar em proficiência leitora. Nesse vídeo, os alunos retomam o processo desenvolvido até aqui e o autor José J. Veiga é presentado com o conto A MÁQUINA EXTRAVIADA.
O TIME DOS MENINOS: Vitor, Tomas, Ulisses (indicou mais 2) e João Guilherme (indicou mais 2)
O TIME DAS MENINAS: Paola, Rafaela, Larissa (indicou mais 2) e Heloísa (indicou mais 2)
PARABÉNS À TODOS!!
O realismo fantástico do século XX, que, na América Latina, encontra escritores gigantes como Gabriel García Márquez (Colômbia) e Jorge Luís Borges (Argentina). No Brasil, também há representantes de alta qualidade: Murilo Rubião, por exemplo, tem contos em que a presença do insólito se mescla ao cotidiano, na forma de dragões que procuram emprego e uma mulher que engorda à medida em que deseja bens materiais e Ignácio de Loyola Brandão vê um homem com um furo na mão e outro, literalmente, descendo pelo cano.
Da mesma maneira, o escritor José J. Veiga, mesmo não aceitando o rótulo de “literatura fantástica” aos seus textos, apresenta a interação de elementos estranhos à lógica racional, mesmo que tratados com uma linguagem que se estrutura numa naturalidade. No caso de “A máquina extraviada”, imitando um estilo de carta, conta-se a história de uma cidade do interior que, sem qualquer explicação, é surpreendida pela montagem de uma grande máquina gigantesca, complicada e, principalmente, estranha.
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